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Opinião: "Os livros que devoraram o meu pai", Afonso Cruz

  • 11 de jun. de 2018
  • 2 min de leitura

"Os livros que devoraram o meu pai"

de Afonso Cruz

Hoje trazemos mais uma opinião. Desta vez, um livro de Afonso Cruz, um reconhecido escritor português.

Foi a nossa estreia com o autor e com a sua escrita. Não sabíamos ao que íamos, principalmente com um livro com este título apetitoso. Tomámos conhecimento deste livro através do Clube de Leitura organizado pelo blogue Flames e ficámos curiosos para o ler.

É um livro pequeno, com cerca de 120 páginas e que se lê rapidamente.

A história gira à volta de um rapazinho de 12 anos que perdeu o pai, um funcionário das finanças.

Daquilo que sabe, o seu pai foi devorado por um livro que lia nas pausas entre o trabalho. A partir daqui, o jovem Bonfim mergulha na biblioteca do pai e nos seus livros tentando descobrir em que livro ficou aquele preso.

Uma história deliciosa, com passagens por livros clássicos e por personagens características. Vamos avançando pela imaginação do jovem até um final que nos arrepiou. Não esperávamos um fim como o apresentado pelo autor.

Bem escrito, bem imaginado. Arrebatador de tão simples que é.

Classificação:

- Escrita: 10

- História: 10

- Revisão do texto: 10

- Complexidade: 9

- Trabalho gráfico: 9

Total: 9,6

0 - Péssimo

1 a 3- Muito Mau

4 a 5- Mau

6 a 7- Satisfatório

8- Bom

9 - Muito Bom

10 - Excelente!

Mais informações em: Editorial Caminho

Sinopse

Vivaldo Bonfim é um escriturário entediado que leva romances e novelas para a repartição de finanças onde está empregado. Um dia, enquanto finge trabalhar, perde-se na leitura e desaparece deste mundo. Esta é a sua verdadeira história - contada na primeira pessoa pelo filho, Elias Bonfim, que irá à procura do seu pai, percorrendo clássicos da literatura cheios de assassinos, paixões devastadoras, feras e outros perigos feitos de letras.

 
 
 

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